A concretização de um projecto com estas características vem confirmar e fomentar a confianca que presentemente existe na economia angolana nos mercados internacionais.
A economia angolana cresce dia-a-dia, com velocidade crescente podendo-se comparar a um comboio a sair da estação e a ganhar cada vez mais velocidade, devendo registar s maiores taxas de crescimento mundial este ano e no próximo. Em 2003, o crescimento foi modesto: 3,4 % mas em 2004 a acelaração já foi notória (11,2 %) tendo atingido os 15,5 % no ano transacto, e para o ano em curso de acordo com o Orçamento Geral do Estado a previsão são uns espectaculares 27,9 %.
A par do petróleo, é a situação de paz que o país vem vivendo desde 2002, após a longuíssima guerra civil de quase trinta anos, que está a permitir o desenvolvimento de outros e novos sectores de actividade económica.
Outro factor a ter em conta é a linha de credito de dois milhões de dólares que a China abriu e que vai permitir implementar em Angola um ambicioso plano de recuperação de infra-estruturas, nomeadamente ao nível dos transportes. Deste factor resulta, obviamente um conjunto de oportunidades para investir.
A inflação também tem apresentado uma trajectória animadora, tendo passado de uma taxa de 31% em 2004, para 17,7% em 2005 e a previsão para este ano de acordo com o OGE é de 10%.
A imagem de Angola está a mudar de forma radical. Muitos edifícios novos estão a ser construídos, principalmente no centro de comércio de Luanda, onde as empresas do sector petrolífero e financeiro estão a instalar os seus escritórios. Muitos hotéis novos, de duas a cinco estrelas, estão a ser construídos , assim como um centro de conferéncias que deve estar pronto durante este ano.
É dentro deste contexto de crescimento da economia angolana que se insere o presente projecto. Pensamos que as caréncias sociais, nomeadamente ao nível da habitação, ainda são muitas, existindo nessa área um potencial de negócio que pretendemos explorar.
Consideramos este investimento de grande relevãncia para Angola.
>> Em primeiro lugar pelo nívo de emprego directo (1000 posto de trabalho) que irá criar, ajudando assim a combater o flagelo do desemprego, e fomentando a estabilidade e a reinserção social e por consequência combatendo a pobreza e a marginalização social. <<
>> Em sugando lugar pelo efeito indirecto que irá provocar em diversos sectores da economia, com destaque especial para os sectores de características industrias, etc; provocando por esta via um efeito multiplicador e dinamizador em toda a economia. <<
>> Em terceiro lugar porque irá permitir que muitas famílias passem a ter acesso a uma habitação digna, melhorando por esta via es condições de vida de uma parte substancial da população. <<
>> Em quarto lugar porque vai criar riqueza para o país. A criação destas quatro empresas irá permitir não só a criação de postos de trabalho como também irá fomentar a produção industrial com efeitos directos na Produção Nacional, assim como possibilitará ao Estado Angolano arrecadar mais receita fiscal quer seja em sede individual ou empresarial. <<
>> Por último, este investimento representa uma prova de confiança da classe empresarial na economia do seu país, criando efeitos positivos nas expectativas dos restantes agentes económicos, quer se tratem de entidades públicas ou privadas. <<